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América Latina lidera crescimento global da produção de petróleo em 2026, aponta Goldman Sachs

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A América Latina consolidou-se como a principal força de crescimento da produção mundial de petróleo no primeiro trimestre de 2026, segundo relatório divulgado pelo Goldman Sachs nesta segunda-feira (11).

De acordo com o levantamento, a produção média de petróleo da região cresceu 10% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 10,3 milhões de barris por dia.

O grande destaque foi o Brasil, responsável pela maior parte da expansão da oferta latino-americana.

Brasil impulsiona avanço regional

Segundo os analistas do banco, o Brasil adicionou cerca de 570 mil barris por dia à produção em comparação ao ano anterior, tornando-se o principal motor do crescimento energético regional.

O avanço brasileiro foi impulsionado principalmente pelo aumento da produção no pré-sal e pela ampliação de operações offshore lideradas pela Petrobras e outras companhias do setor.

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O desempenho reforça a posição do país entre os maiores produtores globais de petróleo fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo.

América Latina equilibra mercado mundial

O relatório destaca que a América Latina respondeu por 76% de todo o crescimento anual da produção de petróleo entre países fora da OPEP no primeiro trimestre de 2026.

Segundo o Goldman Sachs, a região teve papel fundamental no equilíbrio da oferta global de energia em meio às oscilações geopolíticas e aos ajustes de produção promovidos pelos grandes exportadores tradicionais.

Especialistas avaliam que o aumento da produção latino-americana reduz pressões sobre o mercado internacional e ajuda a conter volatilidades nos preços do barril.

Pré-sal fortalece posição brasileira

O crescimento da produção brasileira ocorre em meio à expansão contínua das reservas do pré-sal, consideradas algumas das mais produtivas do mundo.

Nos últimos anos, o Brasil ampliou investimentos em:

  • exploração offshore;
  • plataformas marítimas;
  • infraestrutura energética;
  • exportação de petróleo;
  • refino e combustíveis.

Analistas apontam que o país vem se consolidando como potência energética estratégica, especialmente diante da crescente demanda global por segurança energética.

Cenário internacional

A produção mundial de petróleo segue fortemente influenciada por:

  • conflitos geopolíticos;
  • decisões da OPEP;
  • demanda chinesa;
  • transição energética;
  • oscilações econômicas globais.

Nesse contexto, a expansão da oferta latino-americana ganha importância estratégica para o equilíbrio do mercado internacional.

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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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