Uma investigação da Polícia Federal voltou a colocar Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, no centro do noticiário político nesta terça-feira.
Documentos analisados pelos investigadores mencionam três tentativas de negócios envolvendo pessoas próximas ao filho do presidente e o Ministério da Saúde.
Uma das negociações previa a venda de aproximadamente R$ 627 milhões em medicamentos à base de cannabis.
Também aparecem nas apurações propostas para fornecimento de testes rápidos de dengue e outras doenças, além de projetos envolvendo um laboratório público ligado ao Governo de Goiás.
Nenhuma das iniciativas avançou até a assinatura de contratos.
Os investigadores analisam se pessoas próximas a Lulinha tentaram utilizar relacionamentos políticos para facilitar o acesso a integrantes do governo.
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A Polícia Federal cita ainda possíveis interesses econômicos compartilhados entre pessoas investigadas.
A defesa do filho do presidente nega qualquer irregularidade e afirma que as informações vêm sendo divulgadas de maneira distorcida.
O Ministério da Saúde também informou que nenhuma das propostas investigadas teve avanço ou resultado concreto dentro da pasta.
O episódio deve continuar produzindo repercussão política durante a campanha presidencial, principalmente porque envolve diretamente familiares do presidente.