O Ministério da Saúde alerta para o aumento da presença do mosquito Aedes aegypti em diversas regiões do país. Segundo o levantamento mais recente, 49% dos municípios avaliados estão em situação de alerta ou de risco para a proliferação do transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.
O cenário reforça a necessidade de intensificar os cuidados para evitar a formação de criadouros, principalmente com a chegada de períodos de maior calor e ocorrência de chuvas, condições que favorecem a reprodução do mosquito.
Entre os principais locais que podem servir de criadouro estão recipientes com água parada, caixas-d’água sem tampa, vasos de plantas, pneus, garrafas e outros objetos expostos às chuvas.
O Ministério da Saúde orienta que a população faça uma vistoria frequente em casa e nos arredores, eliminando qualquer ponto onde possa haver acúmulo de água. A participação da população é considerada fundamental para reduzir a circulação do mosquito e, consequentemente, o risco de transmissão das doenças.
A recomendação é que, diante de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas vermelhas ou mal-estar, a pessoa procure atendimento de saúde para avaliação adequada.
O alerta também reforça a importância da atuação conjunta entre municípios, equipes de vigilância e moradores para identificar e eliminar criadouros do Aedes aegypti.