Um levantamento divulgado nesta quinta-feira identificou pelo menos 69 parlamentares eleitos para a Câmara dos
Deputados e o Senado que respondem a investigações ou processos criminais.
Segundo a apuração, 33 já são réus em ações judiciais, enquanto outros 36 são investigados.
Os casos envolvem suspeitas de diferentes naturezas, incluindo corrupção, desvio de recursos públicos, fraudes em licitações e outros crimes.
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Parte dos fatos investigados está relacionada a períodos em que os políticos ocupavam cargos anteriores, como prefeituras ou secretarias municipais.
A existência de investigação ou processo não significa condenação. No sistema jurídico brasileiro, a responsabilidade criminal depende de decisão judicial, com direito à defesa e aos recursos previstos em lei.
A legislação eleitoral também estabelece critérios específicos de inelegibilidade, que não se confundem com a simples abertura de uma investigação.
O levantamento chama atenção para a importância do acompanhamento público da trajetória dos representantes eleitos e da atuação das instituições responsáveis pela apuração dos fatos.
Os parlamentares citados nos processos têm direito de apresentar suas versões e contestar as acusações.