Badarik Gonzalez, ex-genro da apresentadora Ana Maria Braga, vive uma batalha judicial que o mantém afastado dos dois filhos há dois meses. O professor de ioga colombiano está proibido pela Justiça de se aproximar das crianças, após um pedido de medida protetiva feito pela empresária Mariana Maffeis, filha de Ana Maria. Em meio ao imbróglio, Badarik já chegou a ser preso e foi solto com a ajuda do consulado da Colômbia.
Em uma live nas redes sociais, Badarik desabafou sobre a situação. Disse que não saiu por fiança, mas sim por interferência diplomática, e que não tem antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo. Reclamou que não conseguiu sequer ler por completo as acusações que pesam contra ele, em um processo de 66 folhas, e lamentou que as investigações não andam há dois meses. Para ele, as acusações são inventadas.
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“A Assembleia confia na Polícia Federal, no Ministério Público e na imprensa”. A declaração é do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), ao defender o aprofundamento das investigações da Operação Tomada de Contas, deflagrada pela Polícia Federal em 29 de outubro, que resultou na prisão do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sérgio Ricardo. Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (4), o parlamentar classificou a situação como muito ruim e destacou a importância da atuação dos órgãos responsáveis, além do acompanhamento da imprensa, para o esclarecimento dos fatos e a responsabilização dos envolvidos, caso sejam comprovadas irregularidades. “Eu acredito que isso vai ser muito bem apurado, a sociedade vai acompanhar de perto e a Assembleia Legislativa também. Vamos confiar nesses órgãos e aquilo que for papel da ALMT, nós vamos tomar todas as providências, eu falo em nome do parlamento estadual e tenho certeza que podemos contar com todos os deputados”, afirmou Max. O presidente reforçou ainda que a Assembleia acompanhará os desdobramentos da operação e adotará as medidas que estiverem dentro de suas atribuições, conforme o avanço das investigações. A intenção, segundo o parlamentar, é contribuir para que os fatos sejam esclarecidos e eventuais responsabilidades sejam devidamente apuradas. A Operação A Operação Tomada de Contas foi deflagrada em 29 de outubro pela Polícia Federal (PF), com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para investigar um suposto esquema de fraudes em contratos, lavagem de dinheiro e organização criminosa no Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). Foram cumpridos mandados de prisão preventiva contra o presidente do TCE, Sérgio Ricardo de Almeida, além de outros investigados, entre eles o consultor jurídico-geral Grhegory Paiva Pires, Roseli Loss, Adriangelo Barros Antunes, Gustavo Fernandes da Silva e Felipe José Glinke.
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“Sempre fui um pai presente. Não posso ficar perto por mais de 100 metros, ou posso ir preso. Queria ligar para os meus filhos”, desabafou.
Mariana Maffeis anunciou o fim do casamento em um vídeo no YouTube, mencionando além da falta de diálogo com o então marido, situações determinantes que teriam ocorrido fora de casa. Disse que ouviu mais de dez relatos de terceiros sobre o comportamento dele. Badarik, por sua vez, rebateu afirmando que tudo não passa de boatos alimentados por pessoas que a ex-mulher sequer conhece. Citou especificamente uma versão de que teria corrido atrás de pessoas com uma faca, algo que nega veementemente.
O caso, que mistura separação conturbada, disputa pela guarda dos filhos e acusações de ambas as partes, segue sem desfecho na Justiça. Enquanto isso, Badarik permanece impedido de ver as crianças e diz esperar provar sua inocência com o tempo.