Seu Principal Portal de Notícias
Cotação
DÓLAR --
EURO --
LIBRA --

China nega declaração de Xi sobre Putin às vésperas de encontro em Pequim

Compartilhar

O governo da China negou oficialmente nesta terça-feira (19) que o presidente Xi Jinping tenha afirmado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o líder russo Vladimir Putin poderia “se arrepender” da invasão da Ucrânia.

A suposta declaração havia sido divulgada pelo jornal britânico Financial Times às vésperas da chegada de Putin a Pequim para uma cúpula bilateral de dois dias com o governo chinês.

Segundo a publicação, Xi Jinping teria feito o comentário durante reuniões entre delegações chinesas e norte-americanas realizadas na capital chinesa na semana passada, durante visita de Donald Trump ao país.

A resposta de Pequim veio rapidamente. Autoridades chinesas classificaram a informação como incorreta e reforçaram que a posição oficial da China sobre a guerra na Ucrânia permanece baseada em diálogo, estabilidade internacional e busca por soluções diplomáticas.

Entre na comunidade de WhatsApp do Centroeste News e receba notícias em tempo real 

centro oeste news 3

(CLIQUE AQUI)! 

A negativa ocorre em um momento estratégico para as relações entre China e Rússia. A visita de Vladimir Putin à China é vista como um importante gesto político de aproximação entre os dois países, especialmente diante do cenário de tensões internacionais e das sanções econômicas impostas por países ocidentais contra Moscou.

O encontro entre Xi Jinping e Putin busca demonstrar que os dois governos continuam fortalecendo parcerias econômicas, energéticas e diplomáticas, mesmo sob pressão internacional relacionada à guerra na Ucrânia.

Nos últimos anos, China e Rússia ampliaram significativamente a cooperação bilateral em áreas estratégicas, incluindo comércio, energia, tecnologia e defesa. Pequim tem evitado condenar diretamente Moscou pela invasão da Ucrânia, mantendo uma posição considerada ambígua por governos ocidentais.

Ao mesmo tempo, a China tenta preservar equilíbrio diplomático para evitar danos maiores às relações comerciais com Europa e Estados Unidos, principais parceiros econômicos do país asiático.

Analistas internacionais avaliam que a repercussão da reportagem do Financial Times colocou Pequim em situação delicada justamente antes da visita oficial de Putin, levando o governo chinês a reagir rapidamente para evitar ruídos diplomáticos com Moscou.

A cúpula entre Xi Jinping e Vladimir Putin deve abordar temas ligados à guerra na Ucrânia, comércio bilateral, energia e reorganização geopolítica global diante do aumento das tensões entre China e países ocidentais.

Redação de:
Fonte:
Comentários

Deixe um comentário

Continue Lendo
Author picture

Jornalista: José Claudenir de Almeida – DRT nº 0001650

Centroeste News
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.