Durante a COP17, debates no Pavilhão Brasil, em Ulaanbaatar, na Mongólia, destacam a importância da agricultura familiar e das práticas de convivência com o Semiárido no enfrentamento à desertificação.
As discussões abordam a conservação dos biomas, a recuperação de áreas degradadas e a participação das comunidades que vivem e produzem em regiões de terras secas.
No Sertão de Pernambuco, uma família de agricultores demonstra, na prática, como técnicas de convivência com o Semiárido podem unir produção de alimentos, recuperação do solo e geração de renda. A experiência mostra que o conhecimento tradicional, aliado à tecnologia, pode contribuir para uma relação mais sustentável com o ambiente.
A iniciativa reforça a importância de valorizar quem vive no campo e desenvolve alternativas para produzir de forma adaptada às condições climáticas da região.
“Ao aliarmos a tecnologia ao saber tradicional, promovemos uma relação mais harmoniosa com o ambiente.”