O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, voltou a defender nesta terça-feira (25) a privatização de grandes empresas estatais e afirmou que pretende dividir algumas companhias em partes para facilitar o processo.
Durante entrevista, Zema declarou que não pretende privatizar o Banco do Brasil da forma como a instituição existe atualmente. A proposta seria transformar o banco em três, quatro ou cinco empresas, segundo ele, com o objetivo de ampliar a concorrência no setor.
A mesma estratégia seria aplicada à Petrobras. O candidato afirmou que pretende dividir as operações por regiões e áreas, com diferentes operadores para as refinarias e demais estruturas da empresa.
BNDES entra na lista
Na entrevista, Zema também incluiu o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entre as estatais que poderiam ser privatizadas caso seja eleito.
A Caixa Econômica Federal, porém, ficaria fora do plano. Segundo o candidato, a instituição exerce uma função social e, por isso, não deveria ser privatizada.
As declarações fazem parte das propostas de Zema para a campanha presidencial de 2026 e reforçam uma das principais bandeiras do Novo, relacionada à redução da participação do Estado em atividades econômicas.