As celebrações dos 278 anos de Mato Grosso, comemorados neste sábado, trazem à tona reflexões sobre a construção da identidade de um estado formado por correntes migratórias e pela força de quem escolheu estas terras para viver.
Entre essas trajetórias de acolhimento está a do deputado estadual Max Russi, atual presidente da Assembleia Legislativa, que utiliza o marco histórico para rememorar sua própria chegada ao estado. Vindo do Paraná ainda na adolescência, o parlamentar personifica o perfil de muitos cidadãos que encontraram em Mato Grosso um espaço de oportunidades, transformando o destino inicial em um lar definitivo onde constituiu família e consolidou uma carreira pública que percorre diferentes esferas do poder estadual.
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A trajetória política de Russi teve seu ponto de partida no município de Jaciara, onde exerceu os cargos de vereador e prefeito por dois mandatos, experiência que ele descreve como a base de seu aprendizado sobre a gestão pública próxima à realidade da população.
Desde sua primeira eleição para a Assembleia Legislativa em 2014, o deputado ocupou postos estratégicos na administração estadual, incluindo a chefia da Casa Civil e a Secretaria de Assistência Social, além de passagens interinas pelo comando do Governo do Estado. Em sua gestão à frente do Legislativo, ele destaca a manutenção do Selo Diamante de Transparência como um compromisso institucional, reforçando a importância de uma mesa diretora que consiga equilibrar as demandas plurais que vão do agronegócio às periferias urbanas.
Para além dos números e das datas oficiais, o aniversário do estado é visto pelo parlamentar como uma homenagem à coragem de gerações que desbravaram o interior e ergueram cidades em condições muitas vezes adversas. Max Russi enfatiza que o verdadeiro motor do desenvolvimento mato-grossense reside no esforço diário de agricultores, professores e servidores públicos que fazem a engrenagem do estado funcionar em todas as regiões.
Ao completar quase três séculos de história, Mato Grosso reafirma sua vocação como terra de encontros, onde histórias pessoais como a de Russi se fundem à trajetória coletiva de um povo que carrega a responsabilidade de continuar expandindo as fronteiras do progresso e da justiça social.