CentroesteNews
09/01/2026
A surpreendente prisão de Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, em uma ação descrita por autoridades americanas como decisiva contra uma “organização criminosa que governava o país”, marcou o início de 2026 com um abalo sem precedentes na geopolítica regional. A operação, batizada de Operation Absolute Resolve, teria ocorrido na madrugada de 3 de janeiro, com ataques a alvos estratégicos em Caracas e a transferência de Maduro e de sua esposa para Nova York, onde enfrentariam acusações federais, incluindo narcoterrorismo.
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Apesar da retirada formal do líder chavista, o cenário em Caracas permaneceu volátil. Milícias armadas seguiram nas ruas e um governo interino passou a enfrentar dificuldades para conter a violência urbana e estabilizar a administração pública, evidenciando o tamanho do vácuo de poder deixado pela queda do regime.
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Quase simultaneamente, a República Islâmica do Irã passou a registrar a intensificação de protestos populares, impulsionados por insatisfação econômica e denúncias de repressão estatal. As manifestações se espalharam por grandes cidades, levando o governo a cortar o acesso à internet em todo o país como tentativa de conter a mobilização social.
Em Cuba, os reflexos foram imediatos. A histórica dependência do petróleo venezuelano e o alinhamento político com Caracas colocaram Havana em uma encruzilhada. A derrubada de Maduro aprofundou a crise econômica cubana, agravando restrições energéticas e tensões sociais que já pressionavam o regime. O novo contexto também elevou o tom de Washington, que passou a declarar publicamente que a ilha está “na mira” de futuras políticas.
O conjunto desses eventos redesenha o tabuleiro político do hemisfério, com impactos que vão além da Venezuela e levantam dúvidas sobre a estabilidade de governos aliados e o rumo das relações internacionais nos próximos meses.