O Banco Central reduziu sua projeção para o crescimento da economia brasileira neste ano e passou a estimar avanço de 1,8% do Produto Interno Bruto.
A nova estimativa reforça os sinais de desaceleração da atividade econômica depois de um período marcado por juros elevados e menor ritmo de consumo e investimentos.
O PIB representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e é um dos principais indicadores utilizados para medir o desempenho da economia.
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Para famílias e empresas, um crescimento mais fraco pode aparecer de diferentes formas, desde menor abertura de vagas até redução do ritmo de investimentos.
O mercado também acompanha o dado porque a atividade econômica influencia as próximas decisões do Banco Central sobre a taxa Selic.
Depois dos recentes cortes de juros, novos indicadores de inflação, emprego e consumo serão importantes para definir se existe espaço para continuar reduzindo a taxa básica.