A Cuba voltou ao centro das atenções internacionais nesta quinta-feira (14) após uma nova onda de protestos em diferentes cidades do país. Manifestantes foram às ruas para denunciar a crise econômica, a escassez de alimentos, apagões frequentes e o aumento do custo de vida.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram grupos de cidadãos reunidos em bairros de cidades como Havana e Santiago de Cuba pedindo melhores condições de vida e mudanças econômicas.
Nos últimos meses, a população cubana enfrenta dificuldades para adquirir alimentos básicos, medicamentos e combustíveis. Longas filas em mercados e farmácias se tornaram cada vez mais comuns.
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Especialistas apontam que a crise é resultado de diversos fatores, incluindo sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos, baixa produtividade interna e queda no turismo internacional.
O governo cubano afirmou que monitora os protestos e prometeu adotar medidas para reduzir os impactos econômicos. Autoridades locais também acusaram grupos externos de incentivar manifestações.
Organizações internacionais acompanham a situação e demonstram preocupação com possíveis confrontos entre manifestantes e forças de segurança.
Analistas políticos afirmam que o cenário atual representa um dos momentos mais delicados enfrentados por Cuba nos últimos anos.
O agravamento da crise pode gerar novos fluxos migratórios e ampliar a pressão internacional sobre o governo cubano.