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Governo lança medidas para conter alta dos combustíveis após guerra no Oriente Médio

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Diante da disparada internacional do preço do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio, o governo federal apresentou medidas para tentar reduzir os impactos no bolso dos brasileiros e evitar aumento expressivo nos combustíveis.

As ações anunciadas buscam amenizar os efeitos da instabilidade externa sobre gasolina, diesel e etanol, setores diretamente influenciados pela cotação do barril no mercado internacional.

Redução de impostos entra no pacote

Entre as principais propostas está a redução ou compensação tributária sobre combustíveis, especialmente por meio de tributos federais como:

  • PIS/Cofins sobre gasolina;
  • PIS/Cofins sobre etanol;
  • mecanismos de alívio para o diesel.

O objetivo é impedir que toda a alta internacional seja repassada imediatamente ao consumidor final.

Subsídios para o diesel

Outra frente estudada pelo governo envolve subsídios temporários ao diesel, combustível com impacto direto no transporte de cargas e nos preços dos alimentos.

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Quando o diesel sobe, normalmente aumentam:

  • fretes rodoviários;
  • custo de produção agrícola;
  • distribuição de mercadorias;
  • inflação geral.

Por isso, o foco nessa área é considerado estratégico.

Projeto enviado ao Congresso

O governo também encaminhou proposta legislativa para utilizar parte das receitas extraordinárias do petróleo e royalties como fonte de compensação fiscal para reduzir tributos sobre combustíveis.

A intenção é criar mecanismo de equilíbrio entre arrecadação pública e proteção ao consumidor em momentos de crise internacional.

Preocupação com inflação

A escalada do petróleo pode pressionar diversos setores da economia brasileira. Além dos postos de combustíveis, a alta costuma atingir:

  • passagens;
  • alimentos;
  • energia;
  • produtos industrializados;
  • logística nacional.

Por isso, a equipe econômica tenta agir antes que os reajustes cheguem com força ao mercado interno.

Situação segue dependente do cenário externo

Especialistas alertam que as medidas podem aliviar parte do impacto, mas o preço final ainda dependerá da duração do conflito no Oriente Médio, do câmbio e das decisões da Petrobras sobre repasses internos.

Se a guerra se prolongar e o petróleo seguir em alta, novas ações poderão ser discutidas.

Redação de:
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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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