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De acordo com os relatos colhidos pela Polícia Militar, o episódio teve um desfecho dramático presenciado por uma testemunha que passava pelo local. Por volta das 7h30, a vítima foi vista tentando pular o muro do cemitério, em um esforço desesperado que parecia ser uma tentativa de fuga ou busca por socorro. No entanto, a gravidade dos ferimentos impediu que ele fosse longe; ao atingir a calçada nos fundos de uma unidade dos Correios, o homem desfalecer e não voltou a apresentar sinais vitais. Quando a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegou ao endereço, restou apenas a confirmação do óbito, restrito a uma cena de isolamento e perícia.
O exame preliminar realizado pelos peritos da Politec revelou a crueldade do ataque, identificando múltiplas perfurações distribuídas pelo tórax, pescoço e braço esquerdo da vítima, que estava sem camisa no momento em que foi encontrada. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal para os exames de necropsia, que devem ajudar a traçar o perfil do homem e fornecer pistas sobre a dinâmica do assassinato. Enquanto isso, a Polícia Civil trabalha para entender o que teria motivado a briga ou a emboscada dentro do cemitério, um local que, ironicamente, tornou-se o palco de mais uma morte violenta a engrossar as estatísticas da região metropolitana.