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O aviso foi publicado pelo perfil oficial de Assuntos Consulares do Departamento de Estado, o TravelGov, que reforçou a necessidade de os americanos acompanharem as notícias locais e entrarem em contato direto com companhias aéreas para verificar voos disponíveis. Para quem não conseguir uma saída por via aérea, o governo dos EUA sugeriu alternativas por terra para países vizinhos, como Armênia, Azerbaijão, Turquia e Turcomenistão.
As autoridades também alertaram para possíveis dificuldades enfrentadas por quem tentar deixar o país. Há a possibilidade de o governo iraniano impedir a saída de cidadãos americanos ou até cobrar uma taxa para permitir a partida. Pessoas com dupla nacionalidade EUA-Irã devem sair exclusivamente com o passaporte iraniano.
Para os que não conseguirem deixar o território iraniano, a recomendação é clara: permanecer em locais seguros. A embaixada dos Estados Unidos no Irã orientou que cidadãos evitem circular e prefiram permanecer em casa, hotéis ou qualquer estrutura protegida, mantendo distância de janelas e áreas expostas.
O cenário de incerteza ganhou força após autoridades iranianas determinarem, em 14 de janeiro, o fechamento do espaço aéreo do país para voos internacionais, com exceção dos que tinham origem ou destino em Teerã. A medida antecedeu ataques realizados pelos EUA, em conjunto com Israel, contra o Irã no dia 28 de fevereiro, o que elevou ainda mais a tensão geopolítica na região.
O novo alerta americano reforça a gravidade do momento e a preocupação com a segurança de seus cidadãos em território iraniano, diante de um cenário que segue evoluindo rapidamente e sem previsões concretas de estabilização.