As denúncias de pressão política dentro do ambiente de trabalho aumentaram de maneira significativa no Distrito Federal nesta eleição.
Até sexta-feira, o Ministério Público do Trabalho havia recebido 17 denúncias de assédio eleitoral.
No período equivalente antes do primeiro turno das eleições de 2022, eram cinco casos.
As investigações envolvem empresas dos setores de comércio, serviços, construção, segurança e administração pública.
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Entre os relatos estão ameaças de demissão, exigência de uso de camisetas e adesivos de candidatos e pressão para participação em atividades políticas.
Segundo o Ministério Público do Trabalho, trabalhadores terceirizados estão entre os mais vulneráveis porque muitas vezes enfrentam maior insegurança sobre a manutenção do emprego.
A legislação proíbe empregadores de utilizar sua posição para obrigar funcionários a apoiar ou rejeitar candidatos.
O voto é individual e secreto, e a orientação política faz parte dos direitos do trabalhador como cidadão.