O segundo turno das eleições de 2026 definiu os governadores de seis unidades da Federação e encerrou uma etapa importante da reorganização política dos estados brasileiros.
As disputas ocorreram no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e Distrito Federal.
No Acre, Mailza Assis, do PP, garantiu a reeleição com 66,21% dos votos válidos.
No Amazonas, Omar Aziz, do PSD, venceu com 61,42%, enquanto Lorenzo Pazolini, do Republicanos, conquistou o governo do Espírito Santo com 52,17%.
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O Rio Grande do Norte teve uma das disputas mais equilibradas. Cadu de Lula, do PT, venceu com 50,77%, superando Allyson Bezerra, que recebeu 49,23%.
No Tocantins, Vicentinho Júnior, do PSDB, conseguiu uma virada expressiva e foi eleito com aproximadamente 64,5% dos votos válidos.
No Distrito Federal, Celina Leão, do PP, confirmou sua permanência no governo com 57,18%.
Os resultados demonstram que o eleitorado brasileiro fez escolhas diferentes para a Presidência da República e para os governos estaduais.
Essa diversidade política poderá influenciar as negociações sobre recursos, investimentos e projetos desenvolvidos em parceria entre União, estados e municípios.
Os governadores serão responsáveis por decisões que afetam diretamente a rotina da população, especialmente nas áreas de saúde, educação, segurança e infraestrutura.
O período posterior à eleição será dedicado à organização das equipes e à preparação das prioridades para os mandatos que começam em janeiro de 2027.