Uma mineradora terá de investir R$ 11 milhões em ações de reparação e compensação ambiental após a contaminação do solo e do lençol freático no município de Catalão, em Goiás. Os recursos foram assegurados por meio de dois acordos homologados pela Justiça entre o Ministério Público de Goiás (MPGO) e a CMOC Brasil.
Além do aporte financeiro, a empresa deverá executar medidas para recuperar a área afetada e manter o monitoramento contínuo da qualidade das águas subterrâneas e superficiais da região.
O caso teve início entre o fim de 2020 e o começo de 2021, quando denúncias apontaram o vazamento de elementos químicos em tanques do terminal rodoferroviário da mineradora. As investigações conduzidas posteriormente confirmaram a contaminação do solo, do lençol freático e de cursos d’água próximos, com concentrações de substâncias tóxicas acima dos limites estabelecidos pela legislação ambiental.
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Os acordos homologados pela Justiça buscam garantir tanto a recuperação dos danos ambientais quanto a prevenção de novos episódios de contaminação, por meio de ações de monitoramento e controle ambiental.
Procurada pelo portal Mais Goiás para comentar a decisão judicial, a CMOC Brasil não havia se manifestado até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto para eventual posicionamento da empresa.