O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e os efeitos da crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal colocaram a campanha de Lula em estado de alerta.
A direção nacional do PT convocou reuniões de emergência com integrantes da Executiva, partidos aliados e representantes de movimentos sociais e centrais sindicais.
A avaliação interna é de que a disputa presidencial ficou mais difícil nas últimas semanas.
Pesquisas recentes mostram Lula e Flávio tecnicamente empatados em diferentes cenários de segundo turno, o que aumentou a pressão por mudanças na estratégia da campanha.
Aliados também demonstram preocupação com uma mobilização considerada abaixo do esperado entre sindicatos, movimentos sociais e partidos da base.
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Parte dos dirigentes defende maior presença de Lula nas ruas e uma campanha mais agressiva na apresentação de propostas e respostas aos adversários.
Outro ponto de atenção é a crise envolvendo integrantes do STF e investigações relacionadas ao Banco Master.
A equipe do presidente teme que o desgaste institucional contamine ainda mais o ambiente eleitoral.
A reunião desta quinta-feira deverá buscar caminhos para ampliar a mobilização e corrigir pontos considerados frágeis nesta reta final antes do primeiro turno.