CentroesteNews
19/01/2026
Pensar incomoda e revela. Essa premissa simples, destacada por Luiz Felipe Pondé, resume a difícil arte de refletir em um mundo onde a crítica é vista como ameaça. Quem se dedica ao pensamento crítico, ao invés de seguir cegamente narrativas prontas, enxerga além do óbvio – uma capacidade que inspira, mas também inquieta. Essa inquietude se torna ainda mais relevante quando analisamos a realidade política do país.
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Em tempos como esses, a educação precisa ser uma aliada do pensamento crítico. Porque as escolas e universidades não podem ser meros reprodutores de militantes passivos, treinados para endossar as narrativas do poder. O ensino deve ser um espaço de liberdade, onde o aprender significa também questionar, refletir e agir com autonomia.
Mais do que nunca, é preciso que o saber não se separe de valores humanos e espirituais. Uma educação desprovida de fundamentos éticos corre o risco de se tornar ferramenta de opressão, e não de emancipação. Formar mentes brilhantes que busquem a verdade, que compreendam o mundo e que não tenham medo de pensar de forma independente deveria ser o maior objetivo de qualquer sociedade livre.