Goiás chegou ao fim de agosto com mais de 50 mil novos empregos com carteira assinada criados em 2026 e apresentou desempenho superior à média brasileira.
Dados do Novo Caged mostram saldo de 50.529 postos entre janeiro e agosto.
Com o resultado, o estado alcançou quase 1,6 milhão de vínculos formais ativos, maior estoque da série iniciada em 2020.
O crescimento do mercado de trabalho goiano no período foi de 3,28%, enquanto a média nacional ficou em 2,41%.
O setor de serviços apresentou o maior saldo, com cerca de 18,6 mil novos vínculos, seguido pela indústria, com aproximadamente 13 mil.
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Goiás também apresentou o maior resultado do Centro-Oeste. Mato Grosso acumulou cerca de 37,6 mil empregos no período, o Distrito Federal 31,3 mil e Mato Grosso do Sul 20,4 mil.
Somados, os quatro estados e o DF não entram juntos — o Centro-Oeste, formado por Goiás, Mato Grosso, Mato
Grosso do Sul e Distrito Federal, criou quase 140 mil empregos no período.
Para as famílias, o avanço do emprego formal significa maior acesso a renda regular e direitos trabalhistas, embora os números também precisem ser observados junto à qualidade das vagas e à evolução dos salários.