O domingo amanheceu com cenas de destruição em diversas cidades do Nordeste brasileiro. Fortes chuvas que atingem principalmente Pernambuco e Paraíba desde a madrugada provocaram alagamentos, deslizamentos de terra e deixaram milhares de famílias fora de casa.
Segundo os primeiros levantamentos divulgados por autoridades estaduais e repercutidos pela imprensa nacional, ao menos oito pessoas morreram nas últimas horas, enquanto centenas precisaram ser resgatadas por equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.
Em cidades da região metropolitana do Recife, moradores relataram momentos de desespero ao perceberem a água invadindo casas durante a madrugada.
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“Quando vimos, a água já estava no joelho. Tivemos que sair com as crianças no colo”, contou uma moradora em entrevista a emissoras locais.
Escolas foram transformadas em abrigos improvisados. Igrejas abriram as portas para acolher famílias que perderam móveis, documentos e até animais domésticos.
Especialistas alertam que o volume de chuvas registrado em poucas horas foi muito acima da média histórica para o período.
Meteorologistas afirmam que a combinação entre maré alta, solo encharcado e novas pancadas pode agravar ainda mais a situação nas próximas horas.
Enquanto isso, voluntários organizam campanhas para arrecadar:
- alimentos
- roupas
- colchões
- produtos de higiene
Governos estaduais também estudam decretar novas situações de emergência.
A tragédia reacende debates sobre:
- ocupação irregular em áreas de risco
- infraestrutura urbana precária
- falta de drenagem eficiente
Para muitas famílias, agora começa uma nova batalha: reconstruir o que a chuva levou em poucas horas.