Mato Grosso do Sul iniciou uma nova etapa de coleta de material genético de pessoas privadas de liberdade para ampliar o banco nacional utilizado em investigações criminais.
Ao todo, 525 presos terão perfis de DNA incluídos no sistema.
O banco genético permite que amostras encontradas em cenas de crimes sejam comparadas com perfis já registrados.
Segundo as autoridades, a ferramenta já ajudou em dezenas de investigações no estado.
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A tecnologia pode contribuir principalmente em crimes antigos nos quais materiais biológicos foram preservados, mas os responsáveis ainda não haviam sido identificados.
O sistema também pode auxiliar investigações novas ao estabelecer ligações entre diferentes ocorrências.
A coleta precisa seguir protocolos técnicos para evitar contaminação e garantir a confiabilidade das comparações.
O objetivo é ampliar a capacidade de investigação científica e reduzir a dependência apenas de depoimentos e outras provas tradicionais.