As ruas de Cuiabá foram palco de manifestações realizadas por servidores públicos estaduais que cobraram avanços nas negociações sobre a Revisão Geral Anual (RGA) e melhorias nas condições de trabalho. O movimento reuniu profissionais de diferentes categorias, incluindo educação, saúde e segurança pública, em atos marcados por discursos, cartazes e reivindicações direcionadas ao governo estadual.
Os manifestantes afirmam que a inflação acumulada nos últimos anos reduziu o poder de compra dos trabalhadores e defendem uma recomposição salarial mais ampla. Além do reajuste, parte dos grupos presentes também levantou debates sobre a jornada de trabalho e o fim da escala 6×1, tema que vem ganhando repercussão nacional.
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Durante os protestos, representantes sindicais argumentaram que os serviços públicos dependem da valorização dos profissionais para manter a qualidade do atendimento à população. Eles afirmam que a ausência de avanços pode provocar novas paralisações e ampliar o desgaste entre servidores e governo.
O movimento chamou atenção no centro da capital e gerou impactos temporários no trânsito em algumas avenidas. Equipes de segurança acompanharam as manifestações para garantir que os atos ocorressem de forma pacífica.
Especialistas apontam que o debate sobre salários do funcionalismo se tornou ainda mais sensível diante do aumento do custo de vida. Categorias defendem que os reajustes acompanhem a inflação e considerem perdas acumuladas de anos anteriores.
O governo estadual informou que mantém diálogo com representantes sindicais e analisa possibilidades dentro dos limites orçamentários. Novas reuniões devem ocorrer nos próximos dias para discutir propostas e possíveis acordos.