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Paraná segue líder na produção de tilápia e Maranhão registra maior crescimento entre estados

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O Paraná manteve em 2025 a liderança nacional na produção de tilápia, consolidando sua posição como principal polo da piscicultura brasileira. O estado alcançou 273,1 mil toneladas, volume que representa crescimento de 9,1% em relação ao ano anterior.

A força do Paraná no setor é resultado de uma cadeia produtiva estruturada, com integração entre produtores, cooperativas, frigoríficos e tecnologia aplicada ao cultivo. A tilápia se tornou uma das principais proteínas de origem animal produzidas no estado, ganhando espaço tanto no mercado interno quanto nas exportações.

Na segunda colocação aparece São Paulo, com 93,7 mil toneladas produzidas em 2025. O estado se destaca pelo grande mercado consumidor, logística favorável e presença de empresas voltadas ao processamento e distribuição de pescados.

Minas Gerais ocupa a terceira posição, com 77,5 mil toneladas. O crescimento mineiro é impulsionado principalmente pela expansão de criatórios em represas, açudes e propriedades rurais que diversificaram suas atividades econômicas.

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Quem chamou atenção no ranking foi o Maranhão, que avançou uma posição entre os maiores produtores do país e alcançou 59,6 mil toneladas. O estado registrou o maior índice de crescimento entre os dez principais produtores nacionais, com alta de 9,36%.

Especialistas apontam que o avanço maranhense reflete investimentos em infraestrutura aquícola, aumento da demanda regional e melhores condições para expansão da atividade em áreas estratégicas do estado.

A tilápia segue como o peixe mais cultivado no Brasil por reunir características que favorecem a produção em escala: rápido crescimento, boa adaptação climática, custo competitivo e forte aceitação do consumidor. O pescado também impulsiona empregos diretos e indiretos em frigoríficos, transporte, ração animal e comércio.

O desempenho dos estados mostra que a piscicultura brasileira continua em expansão e deve ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, acompanhando o aumento do consumo de proteínas alternativas e a busca por alimentos saudáveis.

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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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