O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou ataques militares norte-americanos contra alvos no Irã e declarou que pretende “destruir os mísseis” do país e “arrasar” sua indústria de produção de armamentos balísticos.
Em pronunciamento, Trump classificou o Irã como o “maior patrocinador estatal do terrorismo” e associou Teerã ao ataque realizado pelo Hamas contra Israel em 7 de outubro, chamando o grupo de “representante do Irã” na região.
Segundo o presidente, forças dos EUA teriam destruído instalações nucleares estratégicas localizadas em Fordo, Natanz e Isfahan — complexos historicamente associados ao programa nuclear iraniano. Trump também afirmou que, caso haja retaliação, os Estados Unidos poderão atingir outros alvos estratégicos, incluindo a marinha iraniana.
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Escalada e tensão internacional
As declarações elevam significativamente o nível de tensão no Oriente Médio e geram preocupação na comunidade internacional quanto ao risco de ampliação do conflito. Analistas apontam que ataques diretos a estruturas nucleares podem provocar resposta militar imediata do governo iraniano.
Até o momento, autoridades do Irã não haviam divulgado posicionamento oficial detalhado sobre os danos mencionados por Trump. Organismos internacionais monitoram a situação, especialmente em relação a possíveis impactos ambientais ou riscos ligados ao material nuclear.
Especialistas em relações internacionais avaliam que a escalada pode influenciar mercados globais, sobretudo o petróleo, além de afetar alianças estratégicas na região.