São Paulo registrou 13.801 ocorrências de desaparecimento envolvendo crianças e adolescentes de até 17 anos entre janeiro e julho de 2026, segundo dados do painel Sinesp, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
No mesmo período, o Rio Grande do Sul contabilizou 2.040 registros. Minas Gerais apareceu na sequência, com 1.529 casos, enquanto o Paraná teve 1.245 ocorrências.
Diante dos números, especialistas e autoridades reforçam a importância de orientar crianças e adolescentes sobre como agir caso se afastem dos responsáveis ou enfrentem uma situação de risco.
Uma das recomendações é ensinar os menores a memorizar o nome completo dos pais ou responsáveis e identificar previamente um adulto de confiança a quem possam recorrer. Em locais movimentados, também é importante combinar um ponto de encontro para situações em que alguém se perca do grupo.
Outra orientação é explicar que a criança não deve acompanhar desconhecidos ou outras pessoas para locais diferentes sem autorização dos responsáveis. Crianças maiores e adolescentes também podem ser orientados a memorizar telefones de emergência e contatos de familiares.
Ensinar os menores a reconhecer situações desconfortáveis, dizer “não”, afastar-se e procurar ajuda de um adulto de confiança também faz parte das medidas preventivas.