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Prazo legal pressiona EUA em conflito com o Irã, enquanto governo sinaliza novos ataques

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O prazo previsto pela legislação dos Estados Unidos para limitar a atuação militar sem autorização do Congresso chegou ao fim nesta sexta-feira (1º), em meio à escalada de tensões com o Irã.

Mesmo diante da exigência legal, o governo liderado por Donald Trump indicou que pode ignorar a obrigação e avalia a possibilidade de novos ataques com o objetivo de pressionar Teerã a negociar.

Lei limita ações militares sem aval do Congresso

A legislação em questão é a War Powers Resolution, criada para restringir o poder do presidente de manter tropas em conflito por mais de 60 dias sem autorização do Congresso.

Segundo a Constituição americana, apenas o Legislativo tem poder formal para declarar guerra. No entanto, a lei permite intervenções emergenciais, desde que haja posterior aprovação parlamentar.

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O prazo atual está ligado a operações iniciadas em 28 de fevereiro.

Governo argumenta suspensão do prazo

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que o “relógio” da lei estaria suspenso devido ao cessar-fogo em vigor desde abril.

De acordo com o governo, não há confrontos diretos entre forças americanas e iranianas desde o início do acordo, o que justificaria a interpretação de interrupção do prazo legal.

Irã ameaça resposta mais dura

Do lado iraniano, o tom é de escalada. O líder supremo Mojtaba Khamenei declarou que os Estados Unidos sofreram uma “derrota vergonhosa”.

Já o presidente Massoud Pezeshkian classificou ações americanas como uma continuidade indireta das operações militares.

Na capital Teerã, sistemas de defesa antiaérea foram ativados após a detecção de drones e aeronaves não identificadas. Segundo agências locais, a atividade durou cerca de 20 minutos antes da normalização da situação.

Risco de escalada internacional

O cenário mantém o mercado e a comunidade internacional em alerta, diante da possibilidade de novos confrontos diretos entre as duas potências.

A combinação de tensão militar, disputas legais internas nos EUA e ameaças de retaliação por parte do Irã aumenta o risco de uma escalada no Oriente Médio.

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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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