Novas evidências no caso da morte da policial militar Gisele Alves Santana indicam que ela pode ter sido vítima de agressão dias antes do crime.
De acordo com investigações, mensagens extraídas do celular do tenente-coronel Geraldo Neto apontam que ele teria agredido a esposa em 5 de fevereiro, cerca de 13 dias antes da morte.
O que dizem as mensagens
Nos registros analisados, há indícios de que o suspeito teria “colocado a mão no rosto” da vítima, sugerindo um episódio de violência física.
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A morte de Gisele ocorreu em 18 de fevereiro, no bairro do Brás, em São Paulo.
Investigação aponta feminicídio
O caso, inicialmente tratado como suicídio, passou a ser investigado como:
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feminicídio
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fraude processual
Após análise de provas e perícias, o suspeito foi preso nesta quarta-feira (18).
Histórico de violência
As mensagens reforçam o que investigadores já apontavam:
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possível ciclo de violência no relacionamento
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indícios de agressões anteriores
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ambiente de conflito constante
Por que isso é importante?
Casos como esse mostram a importância de:
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denunciar violência doméstica
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identificar sinais de abuso
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agir antes que a situação evolua para algo mais grave