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CPI quebra sigilos de cunhado de dono do Banco Master e de suspeito ligado ao PCC

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A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (11) a quebra de sigilos fiscal, telefônico e telemático de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A decisão foi tomada junto com outros 27 requerimentos votados em bloco, prática comum no Congresso quando há consenso entre os parlamentares para aprovar diversos pedidos ao mesmo tempo.

Investigação sobre “Sicário”

A CPI também aprovou a quebra de sigilos e o envio de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras sobre Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”.

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Segundo informações, ele morreu após ser preso, e a comissão decidiu pedir ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, detalhes sobre as circunstâncias da morte.

Outras convocações

Entre os requerimentos aprovados, a CPI também decidiu convocar:

  • Marilson Roseno da Silva, suspeito de integrar um grupo conhecido como “A Turma”;

  • Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana, servidores do Banco Central do Brasil suspeitos de favorecer o Banco Master.

Além disso, o colegiado aprovou pedidos de informações à empresa de gestão de aeronaves Prime You, que já teve Daniel Vorcaro entre os sócios.

Suspeita de lavagem de dinheiro do PCC

Outro alvo da CPI é Mohamad Hussein Murad, conhecido como “Beto Louco”, apontado como figura central em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

A comissão aprovou a quebra de sigilos bancário e fiscal dele para aprofundar as investigações.

Depoimento do fundador da Reag

Durante a sessão, também foi ouvido João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos, empresa investigada pela Polícia Federal por suspeita de participação em esquemas de lavagem de dinheiro.

Mansur negou irregularidades e afirmou que a gestora administra cerca de R$ 300 bilhões em fundos de terceiros.

Ele também explicou que a existência de fundos com cotista único não representa ilegalidade, comparando o funcionamento dos fundos a um condomínio em que investidores são os proprietários das cotas.

Mesmo assim, a Polícia Federal investiga se fundos exclusivos teriam sido usados para ocultar patrimônio e lavar dinheiro do PCC.

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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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