O número de brasileiros com contas atrasadas chegou a aproximadamente 84 milhões e revela um cenário de forte pressão sobre o orçamento das famílias.
A combinação entre acesso facilitado ao crédito, juros elevados e renda comprometida tem aumentado a dificuldade para quitar dívidas.
Cartões de crédito, empréstimos pessoais e financiamentos aparecem entre as modalidades que mais pesam no orçamento.
Para muitas famílias, uma dívida pequena pode crescer rapidamente quando permanece por vários meses acumulando juros.
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O problema deixou de atingir apenas pessoas sem renda e alcança trabalhadores empregados que precisam usar crédito para cobrir despesas básicas.
Especialistas recomendam priorizar dívidas com juros mais elevados e buscar renegociação antes de contratar novos empréstimos.
A recente redução da Selic pode ajudar ao longo do tempo, mas o custo do crédito para o consumidor ainda permanece elevado.