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Vereador Salvino Oliveira é solto após Justiça considerar frágil prisão em operação contra o Comando Vermelho

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O vereador Salvino Oliveira (PSD) foi solto nesta sexta-feira (13) após decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro que revogou sua prisão temporária.

O parlamentar havia sido preso durante uma operação que investigava ligações com a facção criminosa Comando Vermelho.

Após a decisão judicial, Salvino deixou a Cadeia Pública José Frederico Marques, localizada no bairro de Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

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Decisão aponta falta de elementos para manter prisão

A soltura foi autorizada pelo desembargador Marcus Henrique Basílio, após a defesa do vereador apresentar um pedido de habeas corpus na noite de quinta-feira (12).

Na decisão, o magistrado afirmou que os elementos apresentados até o momento na investigação não são suficientes para justificar a manutenção da prisão temporária.

Segundo o desembargador, a continuidade da prisão exige indícios mais consistentes que comprovem a necessidade da medida.

Investigação segue em andamento

Apesar da liberação, a investigação que apura a possível relação de Salvino Oliveira com integrantes do Comando Vermelho continua em andamento.

As autoridades seguem analisando provas e depoimentos reunidos durante a operação policial.

O vereador foi alvo da investigação em um conjunto de ações voltadas ao combate à influência do crime organizado em áreas do Rio de Janeiro.

Declaração após deixar a prisão

Ao deixar a unidade prisional, o parlamentar afirmou que a situação ainda terá desdobramentos e declarou:

“Não pense que vai ficar assim.”

A defesa de Salvino Oliveira sustenta que ele não possui ligação com organizações criminosas e que a prisão foi baseada em interpretações equivocadas das investigações.

Próximos passos

Com a revogação da prisão temporária, o vereador responderá à investigação em liberdade, enquanto o caso segue sob análise da Justiça.

Caso novas provas sejam apresentadas, outras medidas cautelares ainda podem ser determinadas pelo Judiciário.

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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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