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Suspeito de fraudes no Banco Master joga dinheiro pela janela em Balneário Camboriú

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Na manhã desta quarta-feira, um episódio surpreendente marcou a terceira fase da Operação Barco de Papel, que investiga fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. Durante a chegada da Polícia Federal em um apartamento localizado no edifício Paganini Tower, em Balneário Camboriú, o alvo da operação, identificado como I.P., começou a jogar dinheiro pela janela para tentar se livrar de possíveis provas. Notas de R$ 100 e R$ 200 foram arremessadas em pleno centro da cidade, enquanto policiais recolhiam o dinheiro no local.

 

Além das cédulas espalhadas, as autoridades apreenderam dois carros de luxo – uma BMW X6 e um Porsche Macan – além de dois smartphones. De acordo com a Polícia Federal, uma mala repleta de dinheiro também foi lançada pela janela no momento em que os agentes chegaram ao imóvel, reforçando os indícios de obstrução e tentativa de ocultação de provas.

A operação, que já havia sido deflagrada em 23 de janeiro, busca recuperar bens e valores desviados em fraudes que teriam movimentado quase R$ 1 bilhão. Entre as irregularidades investigadas, estão os investimentos feitos pela RioPrevidência em letras financeiras emitidas pelo Banco Master, liquidado pelo Banco Central. A residência de I.P. foi um dos alvos de dois mandados de busca e apreensão cumpridos nesta manhã em Balneário Camboriú e Itapema, com apoio da Delegacia da Polícia Federal em Itajaí.

A nova etapa da operação ocorre após a prisão de dois irmãos em Itapema na semana passada e de Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da RioPrevidência, detido em Itatiaia, no Rio de Janeiro. Com base em determinação da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, a equipe policial segue apurando indícios de crimes como obstrução de investigação e ocultação de bens.

Até o momento, o valor total em dinheiro apreendido ainda está sendo contabilizado. I.P. permanece em liberdade, mas a Polícia Federal não descarta um pedido de prisão preventiva para ele e sua esposa, ambos apontados como envolvidos no esquema. A operação segue em curso, com novos desdobramentos esperados nas próximas semanas.

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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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