O governo do Rio Grande do Sul decretou situação de emergência em saúde pública após o estado registrar um crescimento expressivo nos casos de doenças respiratórias.
Hospitais de Porto Alegre e cidades do interior enfrentam superlotação, principalmente em alas pediátricas e unidades de terapia intensiva.
Dados das secretarias de saúde mostram que os casos de influenza cresceram mais de 500% em comparação ao mesmo período do ano passado.
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Além da gripe, houve aumento nos registros de bronquiolite, pneumonia e outras síndromes respiratórias graves.
Crianças pequenas e idosos são os grupos mais afetados neste momento.
Muitas famílias relatam dificuldades para encontrar atendimento médico rápido.
Em algumas cidades, pacientes aguardam horas por atendimento.
O governo estadual anunciou abertura de novos leitos hospitalares.
Profissionais temporários estão sendo contratados.
Campanhas de vacinação foram ampliadas.
Postos de saúde passaram a funcionar em horários estendidos.
Especialistas apontam que a chegada antecipada do frio contribuiu para o aumento das doenças respiratórias.
Médicos também reforçam orientações sobre vacinação, higiene das mãos e uso de máscaras em ambientes hospitalares.
A preocupação das autoridades é evitar um colapso no sistema de saúde.
O decreto permite compras emergenciais de medicamentos e equipamentos hospitalares.
Enquanto hospitais tentam atender à alta demanda, famílias enfrentam preocupação crescente com a saúde de crianças e idosos.