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Nem direita, nem esquerda: como o PSD virou peça-chave na disputa presidencial de 2026

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Quinze anos após sua criação, o PSD chega às eleições de 2026 como uma das forças mais influentes da política nacional, e com um objetivo claro: ocupar o espaço entre os extremos.

Fundado em 2011 e liderado por Gilberto Kassab, o partido se consolidou ao longo dos anos como uma legenda de perfil pragmático, capaz de dialogar com diferentes governos e correntes ideológicas.

Hoje, esse posicionamento coloca o PSD no centro de uma disputa marcada pela polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL.

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 Força nas urnas e nos estados

O crescimento do partido não é apenas discurso, ele aparece nos números.

Nas eleições municipais de 2024, o PSD conquistou 891 prefeituras, tornando-se a legenda com maior presença nas cidades brasileiras.

Nos estados, também lidera: atualmente, reúne o maior número de governadores do país, incluindo nomes como:

  • Ratinho Junior
  • Eduardo Leite
  • Ronaldo Caiado

Esse capital político fortalece o partido na disputa nacional.

 Três nomes na corrida presidencial

De olho no Planalto, o PSD trabalha para lançar uma candidatura própria. Entre os cotados estão:

  • Ratinho Junior
  • Eduardo Leite
  • Ronaldo Caiado

A tendência, segundo bastidores, é que Ratinho Jr. seja o escolhido para representar o partido e tentar romper a polarização.

 O “equilíbrio pragmático”

O principal diferencial do PSD está na estratégia: não se prender a uma ideologia rígida.

Ao longo dos anos, a sigla participou de governos de diferentes espectros políticos, de Dilma Rousseff a Jair Bolsonaro, passando por Michel Temer e chegando ao atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Esse modelo permite ao partido formar alianças regionais variadas, priorizando resultados eleitorais e governabilidade.

 Crescimento no Congresso

No Legislativo, a ascensão também é visível:

  • Câmara: de 35 deputados (2018) para 47 atualmente
  • Senado: uma das maiores bancadas, com 14 senadores

Esse crescimento amplia o poder de negociação da legenda, independentemente de quem vença a eleição presidencial.

Uma terceira via possível?

Embora tentativas anteriores de “terceira via” tenham fracassado, o PSD aposta em sua capilaridade e flexibilidade para ocupar esse espaço.

Com o enfraquecimento de partidos tradicionais do centro, como MDB e PSDB, a sigla encontrou terreno para crescer.

A estratégia é clara:
não necessariamente vencer, mas se tornar indispensável na formação de qualquer governo.

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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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