A morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi confirmada pela mídia estatal iraniana neste domingo (1º), após os ataques liderados por Estados Unidos e Israel no sábado (28). A notícia foi anunciada pela agência de notícias Fars, que publicou nas redes sociais uma mensagem de pesar: “Pertencemos a Alá e a Ele retornaremos. O Líder Supremo da Revolução foi martirizado”.
Segundo informações, Khamenei foi morto nas primeiras horas do dia, quando seu complexo em Teerã foi atingido por mísseis. Imagens de satélite revelaram a fumaça subindo da área que servia como uma das principais instalações do aiatolá. A imprensa internacional, incluindo fontes israelenses e a CNN, já havia apontado indícios de sua morte, mas a confirmação oficial veio horas depois. O presidente dos EUA, Donald Trump, também mencionou a suspeita nas redes sociais, afirmando que Khamenei havia sido neutralizado como parte de uma grande operação militar.
Trump descreveu Khamenei como “uma das pessoas mais perversas da história” e destacou que sua morte representa justiça não apenas para o povo iraniano, mas também para vítimas de conflitos ao redor do mundo. Segundo o republicano, a operação foi possível graças a um sistema sofisticado de rastreamento e à colaboração estreita com Israel. Além de Khamenei, a mídia estatal iraniana informou que membros de sua família, incluindo filha, neto, nora e genro, também morreram nos ataques.
Os ataques no sábado marcaram o início de uma ofensiva mais abrangente dos EUA e Israel contra o Irã. Em um vídeo divulgado no Truth Social, Trump anunciou o início de “grandes operações de combate” com o objetivo de destruir as capacidades militares iranianas e seu programa nuclear. Ele afirmou que as ações foram motivadas pela recusa persistente do Irã em renunciar às suas ambições nucleares. Diferente de ofensivas anteriores, os ataques ocorreram à luz do dia, atingindo alvos em plena atividade enquanto a população iraniana começava sua rotina diária.
As forças iranianas responderam com uma onda de ataques intensa em diversas regiões do Oriente Médio, mirando bases americanas em países como Catar, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes, Jordânia e Iraque. O cenário atual é de incerteza e escalada de tensões, enquanto os desdobramentos das ofensivas continuam causando repercussões internacionais.




