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Metro quadrado mais caro do Brasil está no litoral e supera capitais tradicionais

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O metro quadrado mais caro do Brasil não está nas grandes capitais. Segundo o Índice FipeZAP de fevereiro, divulgado nesta terça-feira (2), cidades do litoral e do interior já superam os valores médios de venda registrados na maioria das capitais brasileiras.

No topo do ranking está Balneário Camboriú, onde o metro quadrado atinge R$ 15.072, o mais elevado do país. Conhecida como “Dubai Brasileira” pelo conjunto de arranha-céus à beira-mar, a cidade catarinense consolidou-se como referência nacional em valorização imobiliária.

Quanto custa morar no topo?

Para dimensionar o impacto no bolso do comprador, um apartamento de 50 metros quadrados em Balneário Camboriú custa, em média, R$ 753,6 mil.

Na comparação com São Paulo, onde o mesmo imóvel sairia por cerca de R$ 597,2 mil, a diferença chega a aproximadamente R$ 153 mil. Mesmo sendo o maior centro econômico do país, a capital paulista já não lidera o ranking de preço por metro quadrado.

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Outras capitais como Vitória e Florianópolis também figuram entre os maiores valores, mas enfrentam concorrência crescente de municípios litorâneos altamente valorizados.

O que explica a alta?

Especialistas apontam uma combinação de fatores:

  • Forte procura por imóveis de alto padrão;

  • Oferta limitada de terrenos em áreas nobres;

  • Valorização do litoral como destino de moradia e investimento;

  • Crescimento do mercado de luxo e segunda residência.

Balneário Camboriú, por exemplo, reúne empreendimentos com padrão internacional, infraestrutura moderna e alto potencial de valorização, atraindo investidores de diversas regiões do país.

Interior e litoral ganham força

O relatório mostra uma mudança no perfil do mercado imobiliário brasileiro. O “topo da pirâmide” dos preços deixou de ser exclusividade das grandes metrópoles, refletindo novas dinâmicas de migração, qualidade de vida e investimentos imobiliários.

Com isso, cidades médias e litorâneas consolidam-se como polos de valorização, alterando o mapa tradicional do mercado imobiliário nacional.

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Jornalista: José Claudenir de Almeida

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