CentroesteNews
10/01/2026
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A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central, pode provocar prejuízos significativos a estados e municípios em todo o país. Isso porque 18 regimes próprios de previdência social (RPPS), vinculados a governos estaduais e municipais, mantinham aplicações milionárias na instituição financeira.
De acordo com os dados, o montante total investido por esses fundos de pensão públicos chega a R$ 1,867 bilhão. Com a liquidação, esses recursos passaram a correr risco de não serem integralmente recuperados, o que pode comprometer o equilíbrio financeiro dos sistemas previdenciários e gerar impactos diretos sobre servidores ativos, aposentados e pensionistas.
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Os regimes próprios de previdência são responsáveis por administrar as contribuições dos servidores públicos e garantir o pagamento de benefícios futuros. A eventual perda ou atraso na recuperação desses valores pode forçar reavaliações de investimentos, aumento de aportes por parte dos entes públicos ou até ajustes nas contas estaduais e municipais.
O caso reacende o debate sobre a segurança das aplicações financeiras dos fundos públicos, os critérios de risco adotados pelos RPPS e a necessidade de maior fiscalização e transparência na gestão desses recursos. A liquidação do Banco Master, além de afetar o sistema financeiro, expõe a vulnerabilidade de bilhões de reais que deveriam assegurar a aposentadoria de milhares de servidores.