Ataques israelenses e americanos atingiram edifícios estratégicos em Teerã e Qom, no Irã, em uma operação coordenada para eliminar o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país. Entre os alvos estava o prédio onde clérigos da Assembleia de Peritos se reuniam para eleger um novo líder. Apesar de relatos iniciais de mortos e feridos, agências iranianas afirmam que os edifícios haviam sido evacuados antes dos ataques.
A morte de Khamenei foi resultado de uma operação detalhada que envolveu inteligência artificial, infiltração em sistemas de câmeras e análises de movimentos de segurança no cotidiano do líder iraniano. A ação foi executada com mísseis pelo governo israelense, enquanto os Estados Unidos coordenavam a estratégia. No total, 30 mísseis foram lançados, e sinais de comunicação na região foram interrompidos para evitar contra-ataques.
Relatórios revelaram que o plano começou a ser idealizado em 2001 e evoluiu ao longo das décadas. Dados de fontes americanas indicaram que Khamenei estaria em sua residência no momento do ataque, desconsiderando refúgios mais seguros, como bunkers subterrâneos.
Enquanto isso, Mojtaba Khamenei, filho do líder supremo, está cuidando de questões de Estado, segundo fontes iranianas. Cotado como possível sucessor, Mojtaba é descrito como um aliado influente, embora uma potencial herança política de pai para filho seja controversa no regime.




