O dólar encerrou a sexta-feira (30) em alta de 1,03%, cotado a R$ 5,2476, embora tenha acumulado uma queda expressiva de mais de 4% ao longo do mês. Esse movimento reflete um ajuste em meio a recentes oscilações do mercado. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, registrava queda na última hora do pregão, destoando do desempenho acumulado no mês, que chegou a uma valorização de 13,66%.
Enquanto isso, no Brasil, a divulgação dos dados do mercado de trabalho pelo IBGE trouxe otimismo. Com a taxa de desemprego média anual de 5,6% em 2025, o país atingiu o menor índice desde 2012, consolidando uma queda significativa em relação aos anos anteriores. Esses números reforçam a percepção de recuperação econômica e renovam as expectativas para os próximos meses, apesar das incertezas no cenário global.
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O mercado observa com atenção os desdobramentos futuros tanto no contexto interno quanto externo. A confirmação de Kevin Warsh como presidente do Fed e seus possíveis impactos na política monetária dos Estados Unidos serão cruciais para os próximos passos do dólar e das bolsas internacionais, enquanto, no Brasil, o avanço no mercado de trabalho poderá ser determinante para sustentar o otimismo entre os investidores.