CentroesteNews
09/01/2026
Ao menos quatro pessoas morreram e outras 24 ficaram feridas após a Rússia lançar um ataque contra a Ucrânia com o míssil hipersônico Oréshnik na madrugada desta sexta-feira, 9. Após a ofensiva, militares ucranianos informaram que “toda a Ucrânia” esteve sob “ameaça de mísseis”, após a confirmação da presença de bombardeiros russos no espaço aéreo do país.
Em Kiev, vários distritos foram atingidos, provocando interrupções no fornecimento de água e energia em diferentes regiões da capital. Entre as vítimas está um médico que morreu dentro de um prédio residencial. O local havia sido atingido anteriormente e foi alvo novamente no momento em que o profissional atendia um chamado.
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O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o ataque foi uma retaliação ao que Moscou classificou como uma ofensiva com drones da Ucrânia contra a residência do presidente russo, Vladimir Putin, ocorrida no mês passado. A versão russa, no entanto, foi rejeitada tanto pela Ucrânia quanto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Diante da nova ofensiva, o presidente ucraniano voltou a pedir uma resposta mais firme da comunidade internacional, com apelo direto aos Estados Unidos, destacando a gravidade do uso de armamentos hipersônicos e o impacto sobre áreas civis.